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Mar 14, 2018 4:40 PM ET

6 coisas que você precisa saber sobre o Tesouro Direto

iCrowdNewswire - Mar 14, 2018

Seja pela fama, pela tradição, pela facilidade ou simplesmente por ser recomendação do gerente do banco, a verdade é que o principal investimento de quem pensa em economizar é a caderneta de poupança. No entanto, a maioria não sabe ou não leva em consideração que a poupança rende pouco e está sujeita ao risco de crédito do banco, que é muito maior do que o do Tesouro Direto, por exemplo, cujo órgão garantidor é o governo federal.

Existem três tipos de títulos do Tesouro Direto: prefixados, pós-fixados e os indexados. O mais indicado para substituir a poupança é o Tesouro Selic, que está inserido na categoria dos pós-fixados. O Tesouro Selic remunera o equivalente à taxa Selic (por isso o nome) e mesmo com cobrança de Imposto de Renda e taxa de custódia de 0,30% ao ano, o título tem rendido mais que a poupança.

É com ele que o investidor deve iniciar a formação do colchão de liquidez – aquela reserva financeira que deve ser aplicada em ativos líquidos e com baixa volatilidade para ser usada apenas em casos de emergências (perda do emprego, acidente, doença na família, etc.).

Em geral, a falta de informação costuma ser um dos principais motivos para que as pessoas não troquem a poupança por outras modalidades mais rentáveis da renda fixa. Para sanar as dúvidas sobre o Tesouro Direto, listamos as seis principais dúvidas dos investidores. Veja a seguir:

1) POR ONDE COMEÇAR?

Para ter acesso aos títulos do Tesouro Direto , é preciso ter conta em um banco ou corretora. Nos bancos mais conhecidos, geralmente se paga muito caro para ter acesso a esses papéis. As taxas chegam a custar, por exemplo, cerca de 0,5% sobre o investimento. Porém, existem corretoras independentes que têm taxa zero para o Tesouro Direto. Dê preferência a elas.

Algumas instituições dão acesso aos títulos públicos via mercado secundário. Não utilize esse canal. Invista apenas via Tesouro Direto, pois por meio dele, a negociação é mais transparente, as taxas são fixas e cobradas por fora, ao invés de embutidas nos juros dos títulos com o discurso de taxa zero que algumas corretoras utilizam.

2) QUANDO É POSSÍVEL RESGATAR OS INVESTIMENTOS?

O resgate pode ser feito todo dia útil e o valor cai na conta da corretora no dia útil seguinte à operação. Ou seja, o investidor que pedir o resgate na segunda, estará com o dinheiro na sua conta na terça. E, ao contrário da poupança, o título vai ter a rentabilidade proporcional aos dias em que o dinheiro ficou investido, pois os juros são diários. Já na poupança, se você investe um valor no dia 1º e retira no dia 29, o dinheiro não rende nada, pois não completou a data de aniversário dos 30 dias.

3) QUAIS SÃO AS TAXAS E OS IMPOSTOS SOBRE O TESOURO DIRETO?

No total são três taxas diferentes: taxa da B3, IOF e Imposto de Renda. A taxa da B3 é de 0,30% ao ano sobre o valor total investido – cobrada a cada semestre, proporcionalmente ao período pelo qual o título foi carregado. Essa taxa transforma a rentabilidade do Tesouro Selic, por exemplo, que rende 100% do seu benchmark, em cerca de 97% a 98% da Selic, a depender do patamar em que ela se encontra.

A incidência do Imposto de Renda e do IOF é a mesma para todos os investimentos de renda fixa, como CDBs e debêntures – exceção feita para LCIs, LCAs e algumas debêntures incentivadas, que são isentas. Tanto o IR quanto o IOF seguem tabelas regressivas. Por exemplo: no Imposto de Renda, a partir de dois anos de investimento, a alíquota cai para 15%. No caso do IOF, a alíquota chega a zero depois que o investimento completa 30 dias.

Agora, se o período de investimento for de um ano, para saber a rentabilidade basta descontar o IR equivalente ao período (17,5%) e a taxa de custódia (0,30%) – o resultado ficará próximo de 79% da Selic.

4) QUANTO RENDERIA A POUPANÇA NO MESMO PERÍODO?

Pela regra da poupança , em um ano, o rendimento seria de 70% da taxa Selic. Ou seja, o título atrelado à Selic, mesmo pagando taxa e imposto, renderia mais do que a poupança. Conforme editores-analistas da Empiricus, em um ano isso pode não fazer tanta diferença, mas ao longo de 30 anos, por causa dos juros compostos, isso representa 125,4% a mais de rentabilidade. Em outras palavras, a cada R$ 1 mil investidos, o investidor ganharia mais R$ 3 mil com a poupança. Porém, com o Tesouro Selic o ganho seria de mais R$ 4 mil.

5) SE COMPRAR EM OCASIÕES DIFERENTES O MESMO TÍTULO, QUAL SERÁ VENDIDO PELO TESOURO DIRETO PRIMEIRO?

Esta é a pergunta que chega com mais frequência na Empiricus . A resposta é simples. O Tesouro Direto sempre irá vender o título mais antigo, ou seja, o que foi comprado primeiro, de forma que o investidor se beneficie o máximo possível do Imposto de Renda regressivo.

6) QUAL TÍTULO DEVO COMPRAR?

Essa é a pergunta mais importante a ser feita. O Tesouro Direto possui três tipos de títulos: Tesouro Selic (ou LFT), Tesouro IPCA+ (ou NTN-B) e Tesouro Prefixado (LTN ou NTN-F). Cada título se comporta de uma forma diferente e pode render muito melhor em determinados períodos (de acordo com o ciclo de alta ou queda da Selic), bem como as taxas de mercado indexadas a cada um. Mas, para saber qual título comprar, é necessário fazer uma análise macro para prever qual será a tendência dos juros mais à frente.

E é exatamente isso que é realizado na série Tesouro Empiricus, onde são acompanhados os indicadores da economia e os preços de mercado para escolher os melhores títulos do Tesouro Direto para se investir. A série é ideal para quem quer a segurança dos títulos públicos com mais rentabilidade que a poupança. Saiba mais em Tesouro Empiricus .

Website: https://www.empiricus.com.br/produtos/tesouro-empiricus/

Via iCrowdNewswire
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